terça-feira, 27 de agosto de 2013

AEE para Deficiência Física e os Recursos de TA na área de CAA.

         HEADMOUSE E TECLADO VIRTUAL.

Trata-se de ferramentas de alta tecnologia, mas de baixo custo. Podem ser baixadas de forma gratuita através do site tecnologia Assistiva da Índra, são aplicativos desenvolvidos para pessoas com deficiência física com mobilidade reduzida. Tecnologia esta que permite o acesso na internet e ao uso do computador pessoal. As duas aplicações podem ser instaladas em qualquer computador acompanhado da webcam.
O headmouse permite as pessoas com mobilidade reduzida controlar o cursor por meio dos movimentos da cabeça.  Ele interpreta funções como arrastar arquivos a partir de gestos faciais ou piscar de olhos. Já o teclado virtual, o que vem a complementar as funções, garante à pessoa com deficiência física editar textos sem o uso das mãos, feito que capta os movimentos faciais replicando-os sob o teclado digital. Segundo a empresa espanhola Indra, desenvolvedora de tais ferramentas, tanto o Headmouse, quanto o teclado Virtual são de fácil utilização. Apenas com movimentos da cabeça o usuário consegue mexer com o mouse e acessar o seu desktop. O programa funciona com qualquer webcam que capta tais movimentos e os transmitem para o mouse. Por assim dizer, uma interação com o computador por meio de habilidades  como  movimentos de lábios, olhos, sobrancelhas e sorrisos.
Para que o programa interprete e realize as funções desejadas pelo usuário, é necessário que se faça uma espécie de calibração, ou seja, momento em que ao iniciar o programa, o usuário deve focar e visualizar sua imagem numa janela centralizada na tela do computador, para que esta capture o formato de seu rosto e as expressões faciais, uma vez que estas ações vão influenciar diretamente na operacionalidade do programa. Durante este processo de calibração, é preciso que o usuário abra e feche os olhos constantemente, mexa a cabeça de um lado para outro, levante as sobrancelhas e sorria. Na tela é exibido um modelo indicando a velocidade adequada em que se deve piscar.
Como conclusão deste processo, no canto inferior direito da tela do computador, aparecerá uma janela com a imagem do rosto em questão, nele um sinal verde em forma de cruz sob a imagem, nisto já é possível arrastar o mouse via movimentos da cabeça.
Como vimos na disciplina de AEE na Deficiência Física e os recursos pedagógicos e de acessibilidades,  a tecnologia assistiva trata-se de uma área de atuação e que desenvolve serviços, recursos e estratégias contribuindo na resolução de problemas funcionais das pessoas com deficiência, ligados a execução das tarefas, tais como: estímulos referente a escrita criativa, pesquisas na internet, utilização de jogos no computador a fim de estimular o raciocínio lógico, assim como relacionar-se nas redes sociais. Portanto, o Headmouse e o Teclado Virtual, representam possibilidades de expansão e autonomia na aquisição de conhecimentos, como por exemplo, para as pessoas com PC, que sem estas formas de se comunicar, ficam a margem daquilo que compreendemos como fundamental para sua inclusão no universo da escola, bem como da sociedade em geral.


quarta-feira, 10 de julho de 2013

AEE FECHAMENTO GILMAR

     A  partir do que se obteve como respaldo teórico, bem como as discussões nos fóruns e trabalhos em grupo, e aula presencial, pode-se compreender que o papel do professor de educação especial na sala de AEE e na escola como um todo, é deveras importante. Na defesa e construção de uma educação que possibilite incluir de fato, o público alvo do AEE na rede de ensino regular comum, o professor do AEE deve estar aberto às articulações com os demais ambientes da escola. Por sua vez, visto que o AEE não significa algo a parte desta, é também, função do professor do AEE participar das discussões e atividades ligadas a parte pedagógica e administrativa, contribuindo assim, com intervenções na organização escolar para a melhoria e qualidade do ensino como um todo, bem como para as especificidades dos alunos com deficiência.
     Deste modo, é papel do professor do AEE propiciar ao público alvo de seu atendimento, situações de aprendizagem capaz de estimular o raciocínio do aluno visando seu   pleno desenvolvimento, favorecendo com isso na organização do pensamento lógico, bem como na autonomia do mesmo. Procurar por meio de colaboração com os demais atores da educação, eliminar barreiras que por ventura possam impedir o acesso do aluno em questão, durante o processo de ensino aprendizagem.
     No que se refere ao  estudo de caso, para o professor do AEE, este se trata de um mecanismo indispensável para que se possa traçar um perfil do aluno, uma vez que se tenha consciência da natureza e causa do problema. É fundamental realizar observações e entrevistas, conhecer o contexto sócio-afetivo do aluno, avaliar suas capacidades psico-cognitivas e levar em conta habilidades e dificuldades na proposição de atividades de ensino aprendizagem para o pleno desenvolvimento do indivíduo com deficiência.
     A partir deste olhar esmiuçador em relação ao todo do aluno, é possível delinear um plano de ação, lançando mão  de conhecimentos e recursos específicos que contribuam na eliminação de barreiras para a participação do aluno com deficiência no ensino regular. Por assim dizer, o plano de ação refere-se a ações planejadas com possibilidades de reajuste das metas e objetivos a serem atingidos. Assim, neste processo de aprendizagem no qual o aluno está inserido e é estimulado, principalmente através das redes de apoio, consegue desenvolver-se de maneira mais qualitativa.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Reflexão sobre EAD.


Educação a Distância: Desafios e Possibilidades em Busca de Qualificação Profissional.

Ao se falar em modalidade de ensino a distância, remete-se muitas vezes a uma idéia preconceituosa que resiste ao ensino  presencial como o caminho único  rumo ao conhecimento sistematizado.. Esta durante muito tempo, e ainda hoje em menor grau, foi pauta de discussão com o pressuposto de que tais modalidades de ensino colocavam-se em risco as formações acadêmicas que acabariam por perder a qualidade de seu ensino por não serem presencial. Por assim dizer, trata-se de uma concepção antiquada e comprovadamente, no meu ponto de vista, fora de cogitação. A proposta de um ensino que se mescla entre presencial e virtual, vem oportunizar espaços, ambientes de aprendizagens a um público que por vários motivos, empecilhos durante sua vida, deixaram de se capacitar, atualisar-se. É nesta modalidade à distância em fim, que muitos agora têm a chance de dar continuidade a sua formação. Entretanto, o sucesso desta qualificação, no meu entendimento, está no grande desafio que é a organização do tempo de estudos e realização das atividades. Se colocar frente a disciplina de horários estabelecidos, a dificuldade de se planejar e seguir tal planejamento, compromisso e pontualidade na entrega de tarefas, trata-se de um enorme esforço e exercício contínuo, feito que se tem uma certa flexibilidade de horários. Este esforço aliado a um curso que valorize a prática pedagógica em que ofereça no seu ambiente de ensino, diversas ferramentas: fórumde discussões, e outras cujo objetivo seja promover a interação e a socialização de conhecimentos focada sempre no desempenho e bom andamento de seus integrantes, sempre disposta a esclarecer dúvidas, recursos didáticos serão valiosos no alcance das metas. Por fim, Compreender também neste espaço, a enorme importância do tutor enquanto interlocutor nas questões que envolve seu ensino-aprendizado, reconhecendo nele sua principal referência é de grande valia na ampliação dos saberes.
Portanto, pensarmos em educação à distância, nos faz refletir sobre vários aspectos relacionados a esta modalidade de ensino. A importância do papel que cada indivíduo representa neste processo de produção intelectual, o grau de comprometimento que deve se ter, tanto dos cursistas, quanto daqueles que atuam como tutores, supervisores e equipe técnica, ações que se fazem fundamental no fortalecimento de vínculos para que o conhecimento realmente flua. os diferentes papéis que estão envolvidos nesta dinâmica, como já mencionado acima, sob meu ponto de vista, se traduz em engrenagens em constante sincronia, em que se uma delas quebra um dente pode acabar comprometendo as demais E conseqüentemente alterando o bom funcionamento como um todo. Deste modo, determinação e responsabilidade, aliados a organização e articulação, não poderá resultar em outra coisa que seja, se não num espaço de aprendizagem em que todos se sintam motivados e acolhidos num constante interagir de idéias. Um espaço que leve em conta a diversidade de saberes, bem como as especificidades de cada cursista, como, por exemplo, os ambientes de aprendizagem acessíveis para as pessoas com deficiência contemplando assim, uma proposta inclusiva, aberta a reajustes quando necessários. Particularmente, como cursista do AEE, sendo pessoa com deficiência visual, será um grande desafio para mim no que se refere ao acesso de todas  as ferramentas neste ambiente virtual.

Comentário Vídeo sobre os avanços tecnológicos.


Sabemos o quanto os avanços tecnológicos têm contribuído para a sociedade, estando a serviço do homem. Recursos tecnológicos que encurtam distâncias tornando possível, por exemplo, o nosso curso de AEE, tendo como cidade-polo Florianópolis,  e sendo organizado pela UFC. Na verdade, avanços tecnológicos, capazes de revolucionar a realidade das pessoas cegas. Programas, aplicativos e aparelhos que oportunizaram a este público ampliar seu circulo de relacionamentos por meio da utilização do computador. Hoje é possível uma pessoa cega navegar nos sites da internet, se relacionar por meio do MSN, facebook, utilizar o celular com um programa de voz (talks) de maneira acessível. Deste modo, ferramentas, instrumentos inovadores que em casos específicos agem como tecnologias assistivas. Assim, ao assistir o vídeo sobre o Rafinha, tais reflexões surgiram. É claro que também pensei no outro lado que me preocupa um pouco.  Quando nos tornamos reféns desta tecnologia. Falo dos relacionamentos virtuais que no meu ponto de vista, assim como no surgimento da TV, os membros das famílias tiveram seus espaços de diálogo invadidos. Uma geração digital aonde tudo acontece de modo efêmero. O que está distante se torna próximo e o que nos cerca, se torna distante.
            Portanto, o que temos que ter em mente, são os usos conscientes e equilibrados destas ferramentas. Não se pode suprimir o convívio social em decorrência da incersão no mundo virtual.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

EAD PESQUISA SOBRE AEE GILMAR


Ao pesquisar sobre os temas sugeridos referente à Educação Especial, deparei-me com um material interessante: “EDUCAÇÃO INCLUSIVA: O QUE O PROFESSOR TEM A VER COM ISSO?” Trata-se de uma publicação em que nos informa sobre o real significado da Educação Inclusiva. Afirma em seu corpo textual que esta não é uma moda passageira, visto que foi uma construção de longa data e que envolveu pessoas e organizações do mundo todo, ligadas ao movimento das pessoas com deficiência. Faz menção as principais datas desde a Declaração dos direitos humanos (1948), Declaração de Salamanca (1994), e assim por diante, chegando até nossos dias, reafirmando que a partir destas discussões e documentos, é que se desenhou na atualidade, o perfil de atendimento educacional especializado. Aponta a escola inclusiva como um lugar para todos que leva em conta as especificidades de cada indivíduo e o importante papel do professor neste processo.
Por fim, é um material, em minha opinião, de grande valia como informação e fonte de conhecimento e que sua leitura poderá somar em nossa formação acadêmica. O site para acesso é:
 HTTP//saci.org.br/pub/libro_educ_incl/redesaci_educ_incl. HTML#s4